
O Mais Território não substitui o aplicativo do Ministério — ele o evolui: as mesmas fichas oficiais no mesmo PEC, mais ranking de produtividade, metas na mão do agente, árvore genealógica, mapas e controle total do território. E a migração é gradual, agente a agente, com os dois aplicativos convivendo.

O agente até visita — mas se a ficha não entra no PEC, para o Ministério da Saúde a visita não existiu. E as regras ficaram duras:
Pela Portaria GM/MS nº 7.799/2025, 6 competências seguidas sem produção enviada ao SISAB suspendem todo o incentivo federal de custeio dos ACS do município.
Com 12 meses de suspensão, as vagas credenciadas de ACS são descredenciadas — e recuperá-las é outra batalha (Nota Técnica nº 291/2025 do Ministério da Saúde).
O Mais Território conversa com o e-SUS PEC do município pela mesma porta de entrada oficial usada pelo aplicativo do Ministério (a API LEDI). Nada é alterado no PEC, nenhum dado passa por fora — e cada visita vira produção no SISAB.
Quando cada ACS e cada ACE vê a própria posição no topo da tela, o dia inteiro, registrar visita deixa de ser obrigação e vira jogo. Ninguém quer terminar o mês atrás do colega — e quem ganha é a cobertura do território.



O ranking conta apenas fichas aceitas pelo PEC — a mesma régua do Ministério. É a base objetiva perfeita para premiações e leis municipais de incentivo por desempenho (veja exemplos reais mais abaixo). ACE tem o próprio ranking, entre os colegas de endemias.
Os indicadores de cuidado — gestantes, crianças, hipertensos, diabéticos, idosos — deixam de ser um relatório que só o gestor vê. Cada agente abre o app e encontra as suas metas, do seu território, com o percentual atingido e quanto falta.

Para cada meta, o app monta a lista de pendentes, no prazo e em dia — com o motivo escrito em português claro ("1ª visita fora do prazo e falta a 2ª"). O agente sai da unidade já sabendo o roteiro do dia.

Gestantes, hipertensos, diabéticos, acamados, idosos, fumantes… são mais de 25 filtros por condição de saúde, com o total de pessoas em cada um. Tocou, apareceu a lista do seu território — com botão de visita ao lado.

Tocou no avatar de qualquer cidadão, o app desenha a árvore da família a partir dos cadastros do PEC: avós, pais, irmãos e filhos, com idade, quem tem cadastro na equipe e quem não tem — e botão de visita em cada pessoa.

O app mostra, por microárea, quantos cidadãos, famílias e domicílios existem — e quantos cadastros estão vencidos (mais de 12 meses sem atualização), prontos para aproveitar a próxima visita.
E o histórico de movimentações registra cada entrada e saída da área nos últimos 6 meses: quem chegou, quem saiu, para onde foi e quem registrou. Nada muda no território sem o agente — e o gestor — saberem.

Cada residência georreferenciada aparece no mapa do agente, com a divisa do município. As coordenadas confirmadas nas visitas ("você está no local?") vão refinando o desenho do território — um patrimônio de dados que fica para a gestão.

O território fica sincronizado no aparelho. Sem internet, o agente segue visitando, preenchendo e concluindo fichas — tudo entra numa fila e sobe sozinho quando o sinal volta. Nada para, nada se perde.

O cidadão vem pré-selecionado com idade e condições de acompanhamento. As regras do Ministério são validadas na hora do preenchimento — a ficha já sai certa, em vez de voltar com erro depois.

O mesmo app reconhece a lotação de endemias e muda de cara: todos os imóveis do município com filtro por tipo (terreno baldio, comércio, ponto estratégico…), visita com controle ambiental/vetorial e cadastro de imóvel — sem exigir equipe com INE.

Comunicação da equipe dentro do app: texto, mensagens de voz, fotos, menções e envio de localização — no ambiente do município, não no telefone pessoal de cada um.

As fichas são as mesmas, oficiais, aceitas pelo PEC. A evolução está no que acontece em volta delas.
| Recurso | Mais Território |
e-SUS Território (oficial) |
|---|---|---|
| Fichas oficiais no PEC (visita e cadastros), contando no SISAB | ✓ | ✓ |
| Funciona offline no campo | ✓ | ✓ |
| ACE e visitador sanitário sem equipe/INE conseguem usar | ✓ | ✗exige lotação com INE |
| Ranking de produtividade (equipe, geral e proporcional) | ✓ | ✗ |
| Metas Brasil 360 e busca ativa prontas no app | ✓ | ✗ |
| Filtros inteligentes por condição de saúde (offline) | ✓ | ✗ |
| Árvore genealógica das famílias | ✓ | ✗ |
| Cadastros desatualizados e histórico de movimentações | ✓ | ✗ |
| Alerta de competências sem produção (risco do repasse) | ✓ | ✗ |
| Mapa do território com residências georreferenciadas | ✓ | ✗ |
| Chat da equipe com voz, fotos e localização | ✓ | ✗ |
| Painel do gestor: migração, produção e mapa em tempo real | ✓ | ✗ |
| Atualização automática, sem reinstalar aplicativo | ✓ | ✗ |
| Suporte local, evolução sob demanda do município | ✓ | ✗ |
O Mais Território não desliga nada: o e-SUS Território oficial continua funcionando, e os dois convivem no mesmo PEC. Cada agente migra quando estiver pronto — basta o CPF e a senha que ele já tem.
E a gestão acompanha tudo pela tela Migração ACS do MedCare:
Ilustração da interface — os nomes dos agentes aparecem na tela real.
Municípios de todos os tamanhos criaram gratificações por desempenho para ACS e ACE — e o critério é sempre o mesmo: produção registrada. O ranking do Mais Território entrega a régua pronta, objetiva e auditável para a sua.
Indenização de Valorização Profissional e Reconhecimento paga conforme o desempenho individual e coletivo dos agentes. Cerca de R$ 6 milhões para 1.859 ACS já na primeira parcela, e política permanente a partir de 2027.
R$ 648,40 a R$ 3.244,20 por agenteGratificação mensal de incentivo e produtividade para ACS e ACE que cumprem as metas da Secretaria de Saúde: visitas domiciliares regulares, cadastros atualizados e acompanhamento de gestantes, crianças e idosos.
R$ 206,49 por mêsCritérios objetivos de território: pelo menos 80% dos cadastros domiciliares e individuais concluídos e 80% das visitas programadas realizadas — exatamente o que o painel do gestor mostra em tempo real.
Metas de 80% de coberturaEnquanto o incentivo municipal premia quem produz, a regra federal pune quem não registra: a Portaria GM/MS nº 7.799/2025 corta 100% do custeio dos ACS após 6 competências sem produção no SISAB. Ou seja: registrar produção não é burocracia — é receita. Com o Mais Território, cada visita do seu agente vira registro oficial no mesmo dia.
Fontes: Prefeitura de Manaus (Lei nº 378/2026) · CONTACS (Tapurah, Lei nº 1.732/2025) · JASB (Rio de Janeiro, gratificação ACS/ACE) · Portaria GM/MS nº 7.799/2025
Migração gradual, agente a agente, começando com o login que cada um já tem — e a disputa do ranking puxando a produção para cima desde o primeiro dia.