Mesmas fichas oficiais, mesmo PEC, mesmo repasse — só que com ranking, metas, mapa e busca ativa que o e-SUS Território não tem. E o melhor: os dois convivem. A migração é gradual, agente a agente, sem desligar nada.
30 min · sem compromisso · sem mexer no que já roda hoje
O custo de não registrar
do custeio federal dos ACS pode ser cortado — Portaria GM/MS nº 7.799/2025.
competências seguidas sem produção bastam para suspender tudo.
meses de suspensão e as vagas de ACS são descredenciadas.
é o que o app do SUS registra do seu ACE. Ele nem consegue entrar.
Registrar produção deixou de ser burocracia. Virou receita — ou a falta dela.
Mais Território vs. e-SUS Território
As fichas são as mesmas, oficiais, aceitas pelo mesmo PEC e contando no mesmo SISAB. A diferença está em tudo o que acontece em volta delas — e nada disso o e-SUS Território oficial entrega hoje.
O que o app do SUS não faz
Quando o agente vê a própria posição no topo da tela o dia inteiro, ninguém quer terminar o mês atrás do colega. Equipe, geral e proporcional por cobertura — contando só fichas aceitas pelo PEC, a mesma régua do Ministério. Base pronta e auditável para premiar por desempenho.
Gestantes, crianças, hipertensos, diabéticos, idosos: o agente encontra as suas metas, do seu território, com quanto falta e a lista de quem visitar. Tocou na meta, abre quem está pendente. E um alerta de competência sem produção acende antes de virar corte.
O mesmo app reconhece a lotação de endemias e muda de cara: todos os imóveis do município, visita com controle ambiental e vetorial, cadastro de imóvel — sem exigir equipe com INE. O trabalho do ACE, que no app do SUS nem entra, passa a contar oficialmente no PEC, com ranking e chat próprios.
Território no aparelho. Sem internet o agente segue visitando; tudo sobe sozinho quando o sinal volta.
Cada residência georreferenciada, confirmada no GPS do agente. Patrimônio de dados que fica para a gestão.
Texto, voz, fotos e localização no ambiente do município — não no telefone pessoal de cada um.
Gestantes, hipertensos, acamados, idosos e mais de 25 grupos a um toque — mesmo sem internet.
Árvore genealógica com avós, pais, irmãos e filhos — quem tem cadastro e quem ainda não tem.
Movimentações dos últimos 6 meses com origem, destino e quem registrou. Território sem zona cega.
A maior objeção, resolvida
O e-SUS Território oficial continua ligado. Os dois apps conversam com o mesmo PEC, ao mesmo tempo. Cada agente migra quando quiser, no ritmo do município — e ninguém fica sem trabalhar durante a transição. Se um dia você quiser voltar, é só voltar. Risco zero.
O app oficial segue funcionando. A adoção é adição, não substituição.
Cada um entra com o CPF e a senha do e-SUS PEC que já tem. Sem cadastro novo.
Comece com um agente, uma equipe, uma USF. O ritmo é seu.
Painel de migração no MedCare: quem migrou, quem está em transição e a produção lado a lado.
Migrado ou não, a produção segue exatamente o caminho oficial do Ministério:
Agente registra a visita, com ou sem internet.
A mesma porta de entrada do app do Ministério.
Ficha validada no prontuário do município.
Produção contando para o financiamento federal.
As perguntas difíceis
Não é um concorrente. É o mesmo caminho oficial, com as mesmas fichas — só que com ranking, metas, busca ativa, mapa e chat que o oficial não tem. E os dois convivem: seu agente ganha ferramentas; você ganha visibilidade.
A migração é gradual, agente a agente, com o login que ele já tem. Os conceitos são os mesmos do app oficial — quem já usa se sente em casa no primeiro minuto, com menos toques para a mesma tarefa.
Zero alteração no PEC. O Mais Território entra pela mesma porta oficial (API LEDI) do app do Ministério. O prontuário continua sendo a única fonte da verdade — nada passa por fora.
Registrar produção não é despesa — é receita protegida. Uma única competência de repasse recuperada costuma pagar o sistema. Falamos de números do seu município na apresentação.
O ranking muda esse jogo. Quando o agente vê a própria posição e o próprio trabalho reconhecido, o uso vira algo que ele quer fazer. É o recurso que mais engaja equipe no campo.
A sua prefeitura pode fazer o mesmo
Uma lei municipal de gratificação por desempenho precisa de um número justo, objetivo e auditável — algo que ninguém possa contestar. É exatamente isso que o ranking do Mais Território entrega: produção validada no PEC, agente a agente. Municípios de todo o país já aprovaram as suas. A sua é a próxima.
Indenização por desempenho individual e coletivo. Cerca de R$ 6 milhões para 1.859 ACS na primeira parcela, e política permanente a partir de 2027.
Gratificação mensal por metas: visitas regulares, cadastros atualizados e acompanhamento de gestantes, crianças e idosos — o que o painel mostra em tempo real.
Critérios objetivos: ao menos 80% dos cadastros concluídos e 80% das visitas programadas realizadas — a métrica que o gestor acompanha na tela.
O gestor não precisa inventar critério nem defender número no escuro. O sistema entrega a régua pronta.
Produção validada no PEC vira ranking objetivo, por agente e por equipe — sem achismo.
Metas de visita, cadastro e cobertura viram base legal — auditável e à prova de contestação.
Gratificação por desempenho aprovada na câmara — motivando a equipe e protegendo o repasse.
Na apresentação mostramos casos e resultados de municípios da sua região — e como estruturar a lei na sua cidade.
A reunião de apresentação
Você escolhe o horário. Chame a coordenação da APS junto se quiser.
Mostramos o sistema e falamos do seu cenário real de produção e repasse.
Nada é desligado nem contratado na hora. Você entende e decide com calma.
Você vê funcionando com dados do seu município, entende a migração gradual e decide com calma — sem compromisso e sem desligar nada.
Ou chame direto: (22) 99912-3429